quarta-feira, 31 de março de 2010
Gostei imenso de falar contigo pelo telemóvel achei a tua voz tão boa e ainda nos rimos, foi pena o meu telemóvel tenha ficado sem bateria pois ficámos com a conversa sem acabar, mas ainda falámos um bocadinho.
Acho a tua ideia jorge do teu contributo muito importante, se calhar na redacção e compilação que o quim e joão se vão lembrando, dado teres bastante jeito para escrever e dando algumas ideias.
O meu sobrinho já se vem hoje embora daí de oeiras e não cheguei a falar com a teresa moita. Tenho chegado para jantar muito tarde, jantamos por volta das 21h30, isto pq a leonor chegar do seu trabalho de juiz de linha por volta das 20h e a amiga tb acaba a essa hora os jogos. De seguida vou para angra esperar pela madalena que tem tido treinos todos os dias na piscina da escola Vitorino Nmésio que fica na praia da vitória, o professor apanha os miúdos em angra e no regresso deixa-os no mesmo local, tenho que a ir pôr e buscar, para a semana descansa, ainda tem hoje e amanhã.
Tive lá em casa a filha duma colega de serviço que não tem familia cá e para a miúda não ter que ficar aqui no serviço, vai lá para casa e por causa disso elas têm conseguido brincar as três e não estão agarradas à televisão o que para mim é óptimo pq tento tudo para elas estarem o menos tempo possível. Assim é bom para a miúda que tem companhia e para as minhas filhotas que saem da televisão, a miúda tem 8 anos.
O tempo tem estado bom e sem chuva, o que desde janeiro foi raro.
O Zé está para S. jorge foi em trabalho e lazer, foi falar com clientes e ver se arranjava mais algum e agora já está dedicado ao surf.
Hoje à noite vou começar a fazer o bolo da Páscoa, amanhã 3 operações, não sei se te lembras mas vai se adicionando de cada vez os ingredientes não são todos ao mesmo tempo
e depois vai a cozer na sexta.
Muitas saudades para os dois da mana lena
terça-feira, 30 de março de 2010
A Saga dos Ubach!
quinta-feira, 25 de março de 2010
A Era Dourada e o primeiro fruto do nosso Amor…Capítulo X









O mais penoso nas deslocações a Portugal era despedida e a natural incerteza do quando aqui retornaríamos.
A minha permanência estava sempre condicionada ao número de dias de férias laborais. Mas a Luísa tinha neste aspecto maior liberdade de movimentos. O que fazia com que, por mais de uma vez, o seu regresso fosse posterior ao meu. E muito me custava e fazia sentir só o regressar a casa sem ela, habituado que já estava à presença da minha cara-metade.
E esta falta viria a ser ainda mais crucial no período em que residimos em Recife, longe da minha mãe e irmãs.
De volta a Porto Alegre, o ano de 1980 viria ser marcante para nós, com o nascimento da nossa primogénita, que só quisemos saber no momento do parto que viria a ser uma Marta!
A Luísa, que já estava grávida aquando da viagem a Portugal em Dezembro de 1979, teve uma mudança fisionómica marcante com a gravidez, que a tornou menos menina e mais mulher, mas isto sem alterar a sua linda figura!
Sem percalços de maior aproximámo-nos desse momento mágico que é o nascimento de um filho.
Eu diverti-me imenso a comprar todos os artefactos para bebé existentes na época (as fraldas ainda eram de pano…), como escovas, diferentes tamanhos de biberões, termómetros e outros, alguns que se viriam a demonstrar de utilidade prática duvidosa…
Num sábado a mãe Eduarda, afamada cozinheira e sabedora da apetência da Luísa para uma boa feijoada à brasileira, convidou-nos para almoçar.
Já não recordo quem participou, se a Caxixa e o seu namorado da época, o gaúcho Roberto (o português Fernando Fonseca já era história…) e a Pulga, que não sei se ainda namorava o João Pedro ou se já tinha abandonado o seu relacionamento lusitano, optando pelo paulista Valentino de origem italiana.
Mas que a feijoada estava boa, estava mesmo…
E, por honestidade intelectual, podemos até admitir que este foi o “gatilho” que despoletou o trabalho de parto da Luísa, que veio a iniciar-se na madrugada de sábado para domingo…
Estávamos a 29 de Junho de
Mês frio lá pelos pampas gaúchos, açoitados pelo vento minuano (nome de uma etnia índia entretanto já extinta) e que varre de forma inclemente as planícies do Rio Grande do Sul e do Uruguai.
No aconchego da nossa bela cama de madeira de cerejeira (que nos acompanha há 32 anos…), com o frio que fazia lá fora e com o sono pesado que tinha na época, não dei muito crédito aos apelos da Luísa que, por volta da meia noite, dizia que tínhamos de ir para o hospital porque as águas tinham arrebentado! Creio inclusive que lhe cheguei a dizer para ir dormir e que na manhã seguinte iríamos ver o que se passava…
Quando me dei conta, a Luísa já estava pronta e de malinha na mão…
E lá tive de ir!
Foi em horas como esta que me deparei com o tão conhecido “jeitinho brasileiro”, muito na linha do nosso “desenrasca”, mas com mais flexibilidade e jogo de cintura…
Cumpridas as formalidades de internamento e tendo a Luísa sido encaminhada para os serviços de obstetrícia, o bom do Jorge tratou de saber junto de quem poderia obter autorização para assistir ao parto! Na ausência das pessoas da administração do Hospital Fémina em Porto Alegre, a maior e mais abalizada autoridade era a enfermeira-chefe…
Óptimo! Com uma boa argumentação, que desenvolvi nas minhas lides comerciais e de vendas, podia fugir dos meandros burocráticos e podia apelar aos sentimentos da mulher por detrás da profissional!
E foi assim que acompanhei a Luísa na área de pré-parto, devidamente uniformizado da cabeça aos pés, durante todo o período em que o médico tentou induzir o parto pela via normal.
O trabalho de parto durou até às 10:30h da manhã de domingo, quando o médico decidiu optar pela cesariana…
E, firme no meu posto, ao lado da Luísa anestesiada, assisti a um dos momentos mágicos da nossa vida: Ver nascer a nossa Marta, que poderia ter sido chamada de Aline…
Maravilhoso, Marcante e Inesquecível!
A Marta passou umas horas na incubadora e logo nesse mesmo dia, passou para o quarto onde estava a Luísa.
A Luísa, que tinha passado por uma cirurgia com anestesia, estava um pouco combalida, pelo que eu tive de me haver com as primeiras tarefas da paternidade, perante aquela menina a quem eu carinhosamente chamava de “cabeça de alfinete”, pelo facto de vir embrulhada (ou enrolada) numa manta, com os braços para dentro para proteger do frio, ficando apenas com a cabeça de fora. Ora a Marta tinha quando nasceu, salvo erro,
Episódio ilustrativo foi também o da minha chamada urgente a uma enfermeira para “acudir” a um hipotético problema que a Marta apresentava nos olhos, que não paravam quietos, rodando de forma aleatória!!! No que a enfermeira me informou ser absolutamente normal um recém-nascido não ter controlo sobre o movimento dos olhos…
E a Marta, com o seu jeitinho luso-brasileiro, veio para conquistar e conquistou o coração de todas as pessoas que convivem com ela, quer sejam avós, tias e tios, primos e amigos.
Em particular o da sua avó Eduarda, com quem deu os seus primeiros passos, e que nos surpreendeu dirigindo-se a nós quando, vindos de táxi do aeroporto, regressávamos de uma lua-de-mel em Foz de Iguaçu, em Dezembro de 1981.
Mas antes, em Agosto de 1981, quando viemos a Portugal apresentá-la a toda a família, os avós Iolanda e Joaquim já tinham tido a hipótese de conferir a sua capacidade vocal quando, eu e a Luísa fomos passar uma semana escaldante, em todos os sentidos, a Madrid e a deixámos sozinha com os avós maternos... Tinha apenas 14 meses!
Pais desnaturados? Não creio. Ambos sempre entendemos que os filhos, muito amados e desejados que foram, não podiam representar uma barreira ou um impedimento para o que poderíamos chamar de “programas de enriquecimento conjugal”…
Desde esse dia e até ao presente, a Marta é, junto com os seus irmãos, o que de melhor eu fiz na minha vida…
E esse património afectivo e intangível, fruto do nosso amor, foi-me proporcionado pela Luísa, a quem devo muito do que sou como pessoa.
A História segue dentro de momentos...
Dois Pra Lá, Dois Pra Cá – João Bosco/Aldir Blanc, em versão da Elis Regina
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Espero que tudo esteja a correr dentro do que é normal. Aqui vos venho dar um bom começa de semana.
Por cá está a chover muito, aqui no serviço estão hoje a comemorar o dia mundial da floresta tinha-se pensado fazer os festejos num relvado na Praia da Vitória com 900 crianças tiverma que ir todas para um pavilhão, neste dia tem sido assim quase semprar chove é uma pena pq teria muiti mais impacto ser ao ar livre, já há 4 anos que se festejou cá na terceira e teve que se mudar tudo tb para um pavilhão, chove sem parar.
Ontem lá chegou a madalena da sua estadia em s. Miguel, ela a dizer-me ontem qd lhe estava a secar o cabelo, oh ma~e foi tão rápido que nem parece que estive em s. Miguel, gostou muito, divertiu-se e nadou. Vou dizer-vos aqui em que provas participou e o resultado:
50m livres: eram 4 atletas, 2 com 9 ano e 1 com 10, 1º lugar (44.25;44.64;44.87;50.95)
100 bruços: 6 atletas ficou desclassificada, não tocou na parede aos 75m
4x100m livres: eram as 4 do clube dela ( diz que uma das atlatas fez 2 braçadas livras aos 25m) foram desclassificadas.
50m costas: 7 atletas ficou em 5º em 1º lugar fez48.41 a madalena fez 51.81
50m bruços: 5 atletas ficom em 4ºem 1º lugar fez 52.04 madalena 59.02
4x100m estilos
A madalena não tocou na parede aos 375m era só o clube dela que concorria
Foi bom tem que controlar melhor as desclassificações deve ter que se concentrar um pouco mais, mas é bom já ter participado.
Vinha muito cansada, mal chegou ao carro perguntou se tinha carne em casa estava com fome, jantámos cedo e ao jantar fez uma birra grande pa não a deixámos pôr ketchup no pão com carne gritou até se fartar depois de um pouco ficou bem disposta, libertou a tensão que tinha tido naqueles dias e ficou bem disposta.
Beijinhos grandes para os dois da mana lena